Há três coisas que devem ser evitadas na vida: inimigos, ódio e bondade.

Procuro evitar os três, mas ainda não existe a fórmula da perfeição. 

Por isso vagueio por aí, entre o bem e o mal.

 

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26 de Outubro de 2008

Uma palavra difícil, um sentimento indescritível... Por incrível que pareça encontrei, na voz de uma cantor sul-americano, definições para um sentimento tão lusófono. Ficam alguns trechos...

 

Saudade acompanhada, saudade endemoninhada

tantos gritos, tantas luzes

tanta gente e a saudade!

 

A saudade é uma ingrata, a qual vamos ganhando o gosto

com um risco altíssimo de ficarmos completamente apaixonados por ela.

 

A saudade é um hotel que não é de ninguém

uma cama que não é minha.

 

É acordar as três da madrugada e não saber aonde estou

a saudade sou eu!

 

A saudade é como um suplício da natureza

que faz com que nos encontremos a nós mesmos

para podermos valorizar os outros.

 

A saudade é um espelho que não mente!

 

A saudade são “montes” de sons que ninguém ouve

mas fazem demasiado ruído.

 

A saudade sou eu, na companhia do passado!

 

A saudade é um beijo desperdiçado na almofada

ao ver a sombra e a silhueta de alguém que já não esta.

 

A saudade é uma malvada insuportável e maravilhosa.

Gosto dela e não sei porque.

 

A saudade é estar fazendo nada,

preparar-te,

vestir-te,

sair,

para continuar a fazer o mesmo.

 

A saudade é a companheira do medo,

dos futuros incertos,

do caminho,

da procura,

a saudade!

A música completa está aqui

 

 

 

vôo de Hildmel às 21:57

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